Invasão do American Bully: raça virou febre mundial

31/08/2017 - 08:45

Apesar de recente na cinofilia, os amantes dessa raça se multiplicam pelo mundo e, claro, no Brasil
MR. BEAN, DO CANIL MUSCLETONEBULLYS, AMERICAN BULLY QUE É GRANDE CAMPEÃO PELA ABKC | Arquivo do canil MuscleToneBullys

MR. BEAN, DO CANIL MUSCLETONEBULLYS, AMERICAN BULLY QUE É GRANDE CAMPEÃO PELA ABKC | Arquivo do canil MuscleToneBullys

Compacto, substancioso e dotado de musculatura de dar inveja a muitos cães, o American Bully, ou apenas Bully para os mais íntimos, tem atraído criadores e dog lovers mundo afora. E no Brasil não poderia ser diferente. O fato de a Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC) ter registrado apenas 125 cães dessa raça em 2016 – ainda que seja superior aos 41 American Bullies registrados em 2015 – não revela a real popularidade da raça por aqui. Isso porque, a maioria dos registros de canis brasileiros são feitos nos Estados Unidos, país de origem da raça, por organizações como a American Bully Kennel Club (ABKC), que registrou 500.000 cães da raça de 2004 até hoje, a Internacional Bully Kennel Club (IBKC) – que desde 2012, registrou 56.162, sendo 20.000 apenas nos Estados Unidos, 16.000 no México e 1.200 Bullys no Brasil - ou a Internacional Bully Coalition (IBC), que, inclusive, desde maio de 2015 possui uma representante no Brasil, a criadora Beatriz Taques Martins, do canil Sunshine Bulls, de Teresópolis, RJ. Ela, que cria Buldogue Americano e Olde English Bulldogge, tem se dedi-cado a promover competições voltadas para raças tipo Bull por todo o território brasileiro. “Já registramos mais de 5 mil American Bullies nos últimos 2 anos e em nossos eventos, entre os 150 cães presentes, mais de 100 costumam ser Bullies”, aponta Beatriz, que já promoveu seis eventos pelo IBC e tem nove programados para 2017. 


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