11 fatos que você precisa saber sobre corujas

Categoria: Aves

Autor(a): Samia Malas e Karen Natasha | Colaborador(es): Jornalismo Top.Co | Cidade: Campinas/SP | 04/10/2017 - 12:40

Já pensou em ter uma coruja como pet? Se sim, veja as principais características desse animal
Coruja da espécie Murucututu (Pulsatrix perspicillata), do criadouro Sítio Tibagi  Foto: Criadouro Sítio Tibagi

Coruja da espécie Murucututu (Pulsatrix perspicillata), do criadouro Sítio Tibagi Foto: Criadouro Sítio Tibagi

“Quem quer ter uma coruja tem que conhecer sobre a sua biologia e entender como vai ser a vida depois que ela entrar para a família”, recomenda Pablo César Pezoa Poblete, veterinário da Zoovet clínica e consultoria e do pet shop Ezootique, exclusivos para aves, animais silvestres e exóticos, em Belo Horizonte-MG. Sabendo disso, ele e mais dois especialistas em corujas contam quais são os 11 pontos principais que devem ser avaliados antes de se pensar em ter uma coruja de estimação. São eles: Diego Bitener, de Santo André, SP, da empresa de educação ambiental Turma do Gavião, treinador de animais e membro da Associação Brasileira de Falcoeiros e Preservação de Aves de Rapina (ABFPAR); e a veterinária do criadouro Tibagi, Iara Biasia, de Guaramiranga, CE, que comercializa espécies nativas e exóticas, entre elas, corujas.

1. Espécies mais criadas 
A Coruja-da-Igreja ou Suindara (Tyto furcata) está no topo das corujas mais criadas. Em seguida, vem a Murucututu (Pulsatrix perspicillata). As corujas buraqueiras (Athene cunicularia), espécie comumente vista, não são comercializadas no Brasil e sua captura na Natureza é proibida. “A venda pode ser realizada por criador ou loja registrada no Ibama. Normalmente são vendidas filhotes, mas podem ser adquiridas adultas. O importante é jamais comprar de traficantes para não fomentar o comércio ilegal”, enfatiza Pablo. “Pet shops devem ter registro no Sistema de Gestão de Fauna (Sisfauna) e, ao vender a ave, devem emitir sua própria nota fiscal do animal, ou repassar aquela que obtiveram no ato da compra no criadouro ao novo proprietário. Além disso, o cliente deve receber o atestado de origem do animal, que deve sair da loja com identificação (anilha ou microchip)”, explica Iara. 

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