Manual completo do Lhasa Apso

04/11/2016 - 06:51

Veja nosso guia com peculiaridades da raça e dicas de beleza, saúde e outros cuidados

Johnny Duarte / Cuccioli Kennel

Johnny Duarte / Cuccioli Kennel

Estima-se que o Lhasa Apso viveu por mais de mil anos restrito à nobreza do Tibete e às comunidades de seus famosos templos budistas. Com o nome Apso Seng-kyi, traduzível como “cão-leão barbudo”, tinha como função ser um companheiro fiel e agir como cão sentinela em ambientes internos. Era também símbolo de boa sorte e um presente valorizado. Tanto que até diplomatas e líderes de outros países foram agraciados com cãezinhos da raça doados pela autoridade suprema tibetana, o Dalai Lama.

A chegada dos primeiros Lhasa Apsos ao berço da cinofilia – o Reino Unido –, data de 1854, conforme dados do Lhasa Apso Club, entidade local responsável pela raça. Em 1908, com o nome de Lhassa Terrier, o peludo já participava do circuito de exposições. Em 1959, passou a ser chamado de Tibetan Apso e, em 1970, tornou-se finalmente Lhasa Apso, nome oficial que já vinha sendo adotado nos Estados Unidos desde quando a raça foi reconhecida pelo American Kennel Club, em 1935.

A projeção mundial do Lhasa deu um passo à frente com o seu reconhecimento pela Federação Cinológica Internacional em 1960. Hoje, espalhado por todo o planeta, esse cão ocupa no Brasil a respeitável posição de 16ª raça mais criada entre 173, segundo relatório de 2015 da Confederação Brasileira de Cinofilia.

Nesta reportagem detalhamos as características que fazem do Lhasa Apso um cão singular e orientamos sobre os cuidados recomendáveis para desfrutar tudo de bom que este expert em fazer companhia tem a oferecer.

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