Terrier Brasileiro: desafios deste cão internacional

06/02/2017 - 06:27

Vivacidade, esperteza e simpatia são destaques deste terrier nacional reconhecido internacionalmente. Saiba como anda a sua criação

Imagem meramente ilustrativa: istock © RicaVenturini

Imagem meramente ilustrativa: istock © RicaVenturini

Há 10 anos, em janeiro de 2007, a Federação Cinológica Internacional (FCI) reconheceu definitivamente o Terrier Brasileiro. A aceitação além das nossas fronteiras, iniciada em 1995 com reconhecimento provisório, foi um marco para essa raça descendente de terriers europeus que ganhou um toque abrasileirado.

O temperamento companheiro e vivaz, a habilidade para caçar ratos e o pequeno porte deste cão (seu peso é inferior a 10 kg) caíram no gosto dos fazendeiros e da população rural brasileira. A mescla com cães locais foi inevitável e um novo fenótipo foi se formando. Com a urbanização, a raça se adaptou às grandes cidades e entrou na criação oficial. Qual a sua situação atual?

Três criadores opinam sobre o tema. Thayana Andrade, do canil Jardim Imbui, de Niterói, RJ, é dona do Terrier Brasileiro mais pontuado no ranking DogShow 2016: Scarlett do Jardim Imbui. Ela cria desde 2011 em sociedade com Wesley Rauedys tendo como objetivo preservar o autêntico temperamento da raça.

Mauro Prizibela, do canil Terra de Vera Cruz, de Curitiba, começou a criar Terrier Brasileiro em 1991. “Produzi 40 exemplares campeões e é opinião de árbitros e criadores que minha criação tem tipo próprio e se destaca pela fluência da movimentação”, acrescenta.

Carlos Flaquer, do canil Chapu- tepek’s TBS, de São Paulo, é juiz de todas as raças, médico-veterinário e criador, dedicado a esse cão desde 1995. “Foco meu trabalho na perfeição das cabeças e em temperamento equilibrado”, diz. A sua fêmea Darah do Chaputepek é bicampeã mundial da raça.


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