11 medidas para proteger pets das doenças do inverno

06/06/2017 - 08:20

Veja quais as doenças corriqueiras desta época do ano e confira dicas para que seu cão ou gato fique protegido delas

DESDE MUDANÇAS NA ROTINA ATÉ A VERMIFUGAÇÃO FAZEM A DIFERENÇA PARA MANTER O PET SAUDÁVEL NO INVERNO/ Crédito: istockphot

DESDE MUDANÇAS NA ROTINA ATÉ A VERMIFUGAÇÃO FAZEM A DIFERENÇA PARA MANTER O PET SAUDÁVEL NO INVERNO/ Crédito: istockphot

As baixas temperaturas de inverno deixam a casa mais fresca que o habitual e os passeios diários com o cão, mais geladinhos. Assim, nesta época do ano, o pet também precisa de cuidados específicos. Segundo Lilia Mara de Souza, médica-veterinária do hospital vete-
rinário Clinivet, de Curitiba, as doenças respiratórias de causa viral, bacteriana e alérgica são bastante comuns no inverno devido às variações climáticas, maior umidade e ambientes menos arejados. Veja como você pode proteger seu cão ou gato no inverno com as dicas que daremos a seguir.  
 
Doenças mais comuns
Em cães, as traqueobronquites, a cinomose e as broncopneumonias são bastante frequentes. Entres elas, a cinomose é a mais grave, pois tende a levar a complicações sistêmicas mais agressivas como as neurológicas, neuromotoras e ceratoconjuntivites. “Na cinomose os sinais neurológicos são um agravante importante, levando ao aparecimento de convulsões, alterações motoras etc.”, aponta. 
Já em gatos, o complexo respiratório felino é bastante comum.  Dentre as doenças envolvidas nele temos que apontar a rinotraqueíte viral felina e a calicivirose. “Tanto a cinomose e traqueobronquite infecciosa em cães, como a rinotraqueíte viral felina e a calicivirose em gatos, são transmitidas facilmente, principalmente em locais fechados e de densidade populacional maior”, ressalta Lilia. 
Ainda segundo ela, os sintomas de tais doenças que acometem felinos e cães são parecidos e envolvem tosse, espirros, secreções oculares, febre e falta de apetite. Contudo, em gatos, lesões na língua semelhantes a ulcerações são comuns na calicivirose. Broncopneumonias também podem ocorrer como um agravante. “Tais sinais levam à complicações sistêmicas, que podem colocar a vida do animal em risco, como a inapetência, que pode desencadear grave doença no fígado chamada de lipidose hepática uma vez que o felino é bastante sensível à falta de alimentação”, enfatiza. Acrescido a isso, a veterinária alerta que felinos com resposta imunológica baixa, muitas vezes devido a doenças concomitantes, como a leucemia felina (Felv) ou imunodeficiência felina (Fiv), podem vir a óbito. 

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