Manual do Bulldog Inglês

18/12/2017 - 13:32

Saiba quais são os cuidados necessários e outros aspectos da vida ao lado desse cão

Canil: Canil Reserva do Rei / Foto: Bibbo Camargo

Canil: Canil Reserva do Rei / Foto: Bibbo Camargo

Ele é carismático, baixote, robusto e de natureza dócil, mesmo que sua carinha “carrancuda” possa intimidar alguns desavisados que ainda o associam com aquele cão-gladiador do passado e desconhecem as virtudes desse cão de companhia que está entre os mais cotados há pelo menos 10 anos no Brasil. Nesse período, a raça se manteve entre as dez que mais registra cães segundo relatórios da Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC). Em 2016, por exemplo, ocupou a sétima posição com 6.269 exemplares registrados. E tanto amor pela raça não é exclusividade dos brasileiros. Nos Estados Unidos, de onde vem a maioria das linhas de sangue dos canis brazucas, é o quarto cão mais popular segundo o American Kennel Club. Na Inglaterra, onde surgiu, sua popularidade também está em alta. Ocupa o 7º lugar no ranking de raças mais populares de 2016, sendo que em 2013, estava em 9º lugar, segundo dados do The Kennel Club. O motivo de tanto apreço? Os criadores entrevistados nesta reportagem citam vários. “O Bulldog é um cão único em sua personalidade e tipo, dificilmente você verá um igual ao outro”, aponta Gilberto Medeiros, do canil Reserva do Rei, de Eldorado do Sul, RS, que cria a raça há 14 anos. Outro criador que se dedica ao Bulldog há 13 anos e se encantou, entre outros motivos, pela aparência e porte físico que fazem do Bulldog um cão muito exótico, é Márcio Pedroso Fonseca, do canil Malybull, de Tocantins. “É uma raça totalmente diferente das outras. Possui forte temperamento, mas muita docilidade e carência afetiva”, acrescenta Márcio, que em 2016 e 2013 foi o primeiro do ranking CBKC. Criando a raça desde 2011, o atual presidente da Abrabull, clube especializado na raça, Paulo Sassaki, do canil Felasbull, de Cuiabá, é outro aficionado por Bulldogs. “Eles são cães extremamente afetuosos e ligados à sua família (de humanos!). Os filhotes, desde muito pequenos, preferem parar suas brincadeiras entre eles para pedir atenção para algum humano”, aponta Paulo.

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