Buldogue Francês: o que mudou no novo padrão da raça?

27/02/2018 - 06:42

Veja as principais modificações que a raça sofreu no padrão oficial da Federação Cinológica Internacional

Foto: Johnny Duarte

Foto: Johnny Duarte

Raça que mais registra cães no Brasil desde 2016, segundo dados da Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC), a popularidade mundial do Buldogue Francês é inegável. Nos Estados Unidos, por exemplo, é o sexto cão mais popular pelo American Kennel Club. Na França, seu país de origem, foi o décimo mais popular em 2016 de acordo com a Société Centrale Canine. No Reino Unido, é o terceiro do ranking do The Kennel Club. Com tantos admiradores pelo mundo, a raça sofreu, em abril de 2015, mais uma atualização em seu padrão oficial. Segundo Daniel Beguin, vice-presidente do Club du Bouledogue Français (CBF), clube francês que está por trás dos novos ajustes, esta é a quinta modificação realizada no padrão oficial do Buldogue Francês da Federação Cinológica Internacional (FCI) desde 1898, quando o primeiro foi redigido. (Veja em quadro “Mudanças através dos tempos”). Nesta atualização, foi reforçada a proibição de cores ditas “exóticas” que não são aceitas na criação, ou seja, azul (cinza), chocolate, black and tan (preto e castanho), merle (pelagem de fundo cinza claro com manchas mais escuras, muitas vezes acompanhada de olhos azuis) e o lilás, todas também criadas no Brasil e em outros países. “A nova revisão vem com o intuito de proteger a raça em quesitos cuja a relação com a saúde do cão é muito próxima. Portanto, vemos com bons olhos as novas mudanças”, opina Leonardo Buzzi, do canil Le Baron Rouge, de Brasília, que cria a raça desde 2004 e foi o melhor criador da raça no ranking CBKC em 2016.

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