Lhasa Apso: fãs da raça cometem loucuras por ela

03/07/2018 - 12:48

Apaixonados por esse pequeno cão de grande personalidade listam os motivos para tanto amor. Encante-se você também por ele!

Foto: Johnny Duarte

Foto: Johnny Duarte

Ele é de porte pequeno, valente e dotado de pelagem extremamente longa, reta e pesada, que chega a arrastar no chão. O Lhasa Apso deixou seu país de origem, o Tibete, no início de 1920, quando os primeiros exemplares chegaram à Grã-Bretanha. Desde então, sua popularidade ganhou proporções mundiais. Na própria Grã-Bretanha, até 2015, estava entre as 20 raças mais criadas segundo o The Kennel Club.

No Brasil, a raça já teve seu auge. Enquanto que em 2006 a Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC) tinha a raça em quarto lugar em seu ranking de registros (com 4.848 cães), em 2017, o Lhasa ocupou a 26ª colocação nesse mesmo ranking, com 955 cães registrados. Números à parte, é fato que existem, ainda hoje, muitos apaixonados pela raça por aí, incluindo quem se dedica à sua criação.

Thatiana Augusto, do canil Cuccioli, de São Bernardo do Campo, SP, é uma delas. Melhor criadora nos rankings de 2016 e entre 2007 e 2013 na CBKC, ganhou seu primeiro Lhasa em 1990, como um presente, mas começou a criar a raça em 2003. “São cães independentes. Estão sempre por perto, mas não exigem sua atenção 24 horas por dia. São como grandes cães, mas em um porte pequeno”, avalia. Além do temperamento, outros atributos da raça encantaram Thatiana, como a exuberância de sua pelagem.

Como uma boa fã, a criadora possui diferentes objetos cujo tema é o Lhasa, como estatuetas, quadros, chaveiros, pingentes, broches, camisetas e livros. “Não posso ver nada que tenha a raça estampada que quero ter como recordação”, confessa Thatiana, que, apesar de trabalhar como geóloga, faz questão de estar presente até nas tarefas mais simples do trato com os cães no dia a dia. “Auxilio na limpeza, alimentação, cuido das gestantes e dos filhotes. Sou eu quem dá os banhos e faz tosas. Enfim, hoje, praticamente todo o meu tempo é dedicado aos meus cães e faço tudo com amor”, revela Thatiana, que hoje convive com 43 Lhasas, sendo que a mais velha tem 15 anos.

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