Vizsla: ativo e vidrado no dono

05/10/2018 - 09:32

De caçador a companheiro da família, esse cão se mostra versátil ao longo da sua história e hoje se destaca pelo temperamento brincalhão e amoroso

Foto: Ronaldo Rufino  / Vizsla Carioca

Foto: Ronaldo Rufino / Vizsla Carioca

Também conhecido como Braco Húngaro, o Vizsla é dono de uma rica história no universo canino. Há mais de mil anos já era usado por tribos nômades do centro e leste Europeu para auxiliar em caçadas, destaca o criador Bruno Soares, do canil Vizsla Carioca, do Rio de Janeiro. E foi com essa função que o cão foi conquistando seu espaço na cinofilia. Os primeiros húngaros desenvolveram a raça e sucessivas gerações continuaram esse trabalho até que, por volta do século XIII, o Vizsla já estava consolidado e muito valorizado, de acordo com a criadora húngara Nikoletta Varga, do canil Skyrocket. 

A principal atividade no decorrer de sua história sempre foi a caça de presas de pequeno porte, como perdiz, faisão, coelho e pato, salienta o criador Attila Danszkai, do canil Hortobágyi Delibab, de Curitiba. “O Vizsla apaixonadamente as procura no campo e assim que as localiza fica como estátua petrificada anunciando a presença delas”, descreve. Esse exímio caçador também sempre se destacou por suas habilidades ao exercer a função. “Era usado tanto antes do disparo do caçador, encontrando e indicando por meio da posição de aponte a presa selvagem a ser abatida, como depois, buscando e trazendo o animal ferido na água, campo ou floresta, tal qual um cão retriever“, explica a criadora Anna Mármarosi, do canil Magasparti Rutinos, da Hungria. Como se vê, cada fase desse trabalho pode ser executada por um bom Vizsla. “Ele tem faro aguçado e disposição para agradar ao dono”, afirma a criadora escocesa Catherine Kelly, do canil Risley Hungarian Vizsla, que atualmente vive na Irlanda.

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