Cimarrón Uruguayo: companheiro versátil

05/10/2018 - 09:41

Ele desempenha bem as funções de caça, guarda e trabalho com o gado, além de ser uma excelente companhia

Foto: Sanna Södergren/Cão: Pancho de La Fogueira, campeão  mundial/Criador: canil La Fogueira/Prop.: Jessica Snäcka

Foto: Sanna Södergren/Cão: Pancho de La Fogueira, campeão mundial/Criador: canil La Fogueira/Prop.: Jessica Snäcka

O Cimarrón Uruguayo foi formado nos séculos imediatamente posteriores à conquista das Américas por espanhóis e portugueses, no final dos anos de 1500 e início dos anos de 1600. O cão então passou a ser utilizado gradativamente por camponeses uruguaios na lida com o gado, na proteção de estabelecimentos e na caça a felinos e javalis. “Reúne força e bom tamanho sem ser muito pesado tampouco demasiadamente leve, o que permite cumprir todas essas funções”, avalia o criador Claudio Gluck, do canil La Fogueira, de Campinas, SP. “A musculatura desenvolvida e a boa ossatura estão distribuídas em uma estrutura de formato retangular, o que o torna nada desproporcional”, complementa o criador Rodrigo Firme, do canil Vento Crioulo, de Porto Alegre.

 

Raça fortalecida

Considerando a criação mundial do Cimarrón, Uruguai e Brasil se destacam. No primeiro, 359 cães dessa raça foram registrados em 2017 pelo Kennel Club Uruguayo. “Todos os exemplares existentes são de linhagens de origem uruguaia e elas pouco se diferenciam entre si com relação ao físico e ao comportamento”, avalia Claudio. “O que existe no Uruguai, no Brasil e também na Europa são Cimarróns de distintas qualidades – alguns estão bem dentro do padrão e outros nem tanto”, pondera. 

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