Farejando tratamentos alternativos

03/01/2019 - 16:50

Eles têm ganhado espaço e ajudado a salvar os pets. Conheça mais sobre a acupuntura, fitoterapia, ozonioterapia e terapia com células-tronco

Foto: humonia/iStock.com

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Você já ouviu falar em medicina integrativa? Ela vem conquistando cada vez mais adeptos na área veterinária. Seu objetivo é tratar o animal e suas necessidades específicas como um todo, por meio da integração de diferentes técnicas em uma abordagem completa e ampla, englobando desde a queixa principal até o manejo e a alimentação. Para isso, utiliza uma combinação de tratamentos da medicina complementar e da tradicional, que agem na prevenção e diminuição dos sintomas, proporcionando mais qualidade de vida para o pet. Porém, o objetivo é optar, sempre que possível, pelas formas mais naturais de tratamento, recorrendo a químicos apenas quando for realmente necessário.

 

Além de proporcionar uma avaliação completa do paciente e da doença, a medicina veterinária integrativa é capaz de acelerar a recuperação do animal, reduzir o uso de medicamentos e fazer com que os recursos tradicionais sejam melhor aproveitados pelo organismo do pet, que é estimulado a resistir e combater a doença. Mais do que isso, de acordo com a Associação Americana de Medicina Veterinária Holística, uma vez que os sintomas foram tratados, o trabalho da medicina integrativa só se completa quando os padrões subjacentes da doença são redirecionados, para que o pet chegue a outro nível de saúde - física, mental e emocional. Dentre as técnicas da medicina integrativa, destacam-se a acupuntura, a fitoterapia, a ozonioterapia e as células-tronco. 

 

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