Bull Terrier: conviver com ele é viciante!

06/03/2019 - 15:20

Confira a rotina de quem é apaixonado pela raça e não mede esforços para fazer seu pequeno Bull feliz

Fotos: (da esq. para dir., de cima para baixo) Fabrício Lima, Johnny Duarte, Canil Energy Dog, Canil Marins World Class

Fotos: (da esq. para dir., de cima para baixo) Fabrício Lima, Johnny Duarte, Canil Energy Dog, Canil Marins World Class

Ele é, sem dúvida, um cão carismático e tem ganhado cada vez mais fãs na cinofilia brasileira. Portanto, ver um Bull Terrier - ou Bull para os íntimos - em parques, ruas e espaços pet friendly Brasil afora não é mais algo incomum. Para se ter uma ideia, o Bull Terrier Standard, que é o mais criado no Brasil, ocupou a 19ª posição no ranking de registros de raças da Confederação Brasileira de Cinofilia em 2017. Já o Miniatura, ou Mini Bull, está em 65º lugar nesse mesmo ranking, que conta com 169 raças no total. Tal aumento traduz a maior procura pela raça, bem como o crescimento de sua criação. “A motivação de criar a raça partiu da vontade de melhorar a produção nacional”, aponta Rodrigo Honorato, que tem Bulls desde 2010, mas iniciou a criação de Bull Terrier Standard em 2012 pelo canil Bravun Terrier. “A partir do momento que os Bulls entraram em minha vida, tudo mudou: visitas passaram a ser selecionadas e férias e viagens de trabalho se tornaram mais difíceis de serem realizadas”, comenta Rodrigo, que está cursando Medicina Veterinária para melhor cuidar de seus cães. “Faço inspeção em todos duas vezes ao dia para me certificar que não foram machucados ou picados, ou ainda se estão com alguma eventual sensibilidade”, conta o criador sobre o zelo que tem com seus Bulls. 

 

Além de Rodrigo, muitos outros amantes desse cão dotado de cabeça oval e olhinhos oblíquos partiram para o mundo da criação por amor. “Eu me apaixonei pela raça por suas atipicidades, como sua ‘cara’, que o diferencia de todos, e seu temperamento fantástico. É um cão alegre, inteligente e muito motivado, além de ser o melhor companheiro que alguém pode ter”, relata Wagner Gutierrez, que cria o Standard desde 1994 e o Mini Bull desde 2018 pelo canil Dente de Sabre. Por amor aos cães, o criador abre mão até de passeios aos finais de semana. “Já fiz muitas loucuras por eles como passar três meses dormindo apenas duas horas por noite para ajudar no trato de ninhadas e trabalhar uns 10 anos a mais para compensar todo o dinheiro que investi em importação de cães e outros gastos com o
hobby”, lista.

 

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