Terra Nova: De herói até cão de família

14/05/2019 - 14:50

Ele se destaca pela devoção exemplar, apurado senso de responsabilidade e instinto de proteção à vida e é usado em diferentes funções. Saiba quais são elas!

Foto: H. Possebon/Cão: King of Helluland Just Jewel (Bart)/Proprietário: Saul Tendrih (Mishiguene Kelev Kennel)

Foto: H. Possebon/Cão: King of Helluland Just Jewel (Bart)/Proprietário: Saul Tendrih (Mishiguene Kelev Kennel)

Em 2013 os registros emitidos pela Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC) para o Terra Nova superaram pela primeira vez a casa dos 100. Naquele ano houve 133 pedigrees concedidos para exemplares da raça. Em 2014 os números se mostraram ainda mais expressivos: 142 registros. Na época, o aumento da popularidade foi creditado à maior exposição na mídia, decorrente, dentre outros, do início da veiculação de comerciais da Crefisa com um Terra Nova de animação. “Com a maior divulgação da raça, mais e mais pessoas começaram a se dar conta de sua beleza e docilidade e adquiriram mais exemplares”, explica Saul Tendrih, do Mishiguene Kelev Kennel, de Petrópolis, RJ.

No entanto, em 2015, os pedigrees concedidos para a raça caíram para 78. E, em 2017, ano com dados estatísticos mais recentes da CBKC, apenas 70 Terras Novas receberam registros da entidade. “Muitos pensam, erroneamente, que por ser um cão gigante ele pode dar muita despesa, e a crise que assolou nosso País nos últimos anos provocou a queda de registros”, comenta José Marcelino Barroso, do canil Terra Nova do Vale, de Caçapava, SP. Para retomar a difusão da raça pelo Brasil, Marcelino defende a fundação de uma associação do Terra Nova no País.


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