Spitz Alemão Anão e sua legião de fãs

14/05/2019 - 14:57

Saiba quais as loucuras que tutores e criadores já fizeram por seus Poms, tudo por amor à raça

Foto: fotógrafa Patrícia Bosniac da Frutos Click (Vera Bosniac)

Foto: fotógrafa Patrícia Bosniac da Frutos Click (Vera Bosniac)

Entre as raças que mais crescem no Brasil, o pequeno Spitz Alemão Anão - ou Lulu da Pomerânia, como também são chamados os Spitz Anão e Pequeno (ao todo, a raça possui cinco tamanhos) - tem lugar cativo no coração dos brasileiros. Nos últimos anos, ele tem disputado a liderança de registros de exemplares ao lado dos populares Buldogue Francês (líder de registros) e Shih Tzu. Segundo relatório de 2017 da Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC), o Spitz Anão é a segunda raça mais criada do Brasil. E não é para menos. A raça, a qual pertencia o famoso Boo, o cão mais fofo do mundo (que faleceu no início deste ano), é cheia de qualidades e atributos que vão além da aparência. “O Spitz Alemão é encantador não apenas pela beleza, mas também pela saúde, inteligência e higiene”, aponta Renira Damaceno Bispo, do canil Volker, de São Paulo, que cria cães há mais de 20 anos.

Por sua loucura por Lulus, Renira compartilha alguns “elogios” que lhes são direcionados com frequência, como “louca”, “ridícula” e “solteirona frustrada”. “Há décadas escuto coisas deste nível. Minha loucura pela raça só vai parar quando não tiver mais condições físicas de cuidar de meus cães”, assegura a criadora que se dedica aos Spitz Anão e Pequeno.

Já Vera Bosniac, do canil Bosniac Poms, de Valinhos, SP, que cria a raça desde 2012, abandonou sua carreira na área de direito para criar Spitz. “Deixei minha carreira para me dedicar exclusivamente a eles. No começo, muitos não acreditavam em mim e me taxavam de louca acumuladora de cães”, lembra Vera, que não desistiu de seu propósito: o de levar para os lares o “cãozinho dos sonhos”. “Minha maior paixão é acordar todos os dias e, antes de fazer qualquer coisa para mim, ir até a maternidade para ver aquelas minibolinhas de pelo começando a andar, a comer. Adoro acompanhar todas as fases, desde o nascimento até a entrega do filhote para seu novo lar”, afirma.

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