Singapura: o menor gato de raça

14/05/2019 - 15:22

Além de já ter ganhado estátuas em sua homenagem, ele é considerado o menor felino da gatofilia

Foto: arquivo de Flavia Torres/Gatil Torres Prime

Foto: arquivo de Flavia Torres/Gatil Torres Prime

Dono de um olhar expressivo, rosto angelical e aparência que lembra um leopardo, o Singapura ainda é considerado raça rara no mundo, mesmo que em alguns países, como no Reino Unido, tem apresentado leve aumento de registros. Segundo dados do Reino Unido feitos pelo The Governing Council of The Cat Fancy, a média de gatos da raça que nasceram por lá entre 2016 e 2018 foi entre 24 e 27 exemplares por ano. Entre 2014 e 2015, a média era de 10 Singapuras anuais. Já na França, o Livre Officiel des Origines Félines aponta que entre 2013 e 2016 foi registrada uma média de 46 exemplares/ano, e nos anos seguintes, apresentou leve queda, chegando apenas aos 32 e 34 exemplares. Nos Estados Unidos, a raça também não está entre as mais populares. No ranking de 2018 da Cat Fanciers’ Association, o Singapura ocupou a 31ª posição entre 45 raças. No Brasil, ela é criada por poucos gatis e ainda dá seus primeiros passos. “A taxa de criação mundial da raça é muito baixa. No Brasil, o Singapura é pouco visto em exposições”, revela Flávia Torres, do gatil Torres Prime, de Cascavel, PR. Ela começou a se dedicar à raça em 2017, após ter visto um exemplar em uma exposição felina de sua cidade. “Fiquei apaixonada pelas características da raça, como seus olhos, que são bem grandes e expressivos. Além disso, aquele gato tinha olhos verdes, que pareciam esmeraldas”, aponta a criadora, que importou seus Singapuras do Japão e ainda não obteve nenhuma ninhada. “Somente agora que minhas matrizes atingiram maturidade sexual”, justifica, afirmando que pretende ter ninhadas ainda esse ano.

A médica-veterinária Roberta Zander, de Porto Alegre, e proprietária do gatil Cat Indoor, que cria Ragdolls e Singapuras desde 2008, é outra entusiasta da raça. “Adquirimos o nosso primeiro exemplar no gatil Sayang, na Flórida, Estados Unidos, em 2012, e já vendemos mais de 10 exemplares desde então”, relembra a criadora.

 

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