A descoberta do Cão de Crista Chinês

Categoria: Raças

Autor(a): Marcos Pennacchi | Colaborador(es): Jornalismo Top.Co | Cidade: Campinas - SP | 04/05/2016 - 09:59

Ter a pele exposta como a nossa faz deste cão um animal de estimação exótico. Mesmo assim, aos poucos ele vem deixando de ser raridade em nosso país

Zlato Dinastii Pasadena, de Mariana Marques, do canil Pequin Mirrage (foto: Johnny Duarte).

Zlato Dinastii Pasadena, de Mariana Marques, do canil Pequin Mirrage (foto: Johnny Duarte).

Surpreendente, divertido, incomum. Pode-se dizer que todos esses atributos combinam com o Cão de Crista Chinês na versão de pele exposta. Coberto apenas por crina, “meias” e pluma na cauda, há quem o ache feio, mas existem também os que simpatizam com o topetudo. Essa polêmica foi bem mostrada no final da novela I Love Paraisópolis, da TV Globo, quando Bisteca, um peladinho desses, apareceu nos últimos capítulos. Mas, mesmo quem estranha o cãozinho num primeiro momento, logo se rende a seus encantos.
versão “pelada”, assim chamada pelo padrão oficial da Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC), é também conhecida como hairless (sem pelos). Já a outra modalidade, toda coberta por um véu de pelos semilongos, é a powder puff. Fora esse detalhe, pelados e peludos se assemelham e são fundamentais para a raça. Tanto que nos pedigrees da CBKC nem mesmo é informado qual tipo de pelagem o exemplar tem.

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