4 de outubro: Dia do Cachorro. Que tal cuidar melhor do seu amigo?

Categoria: Convivência

Autor(a): Ketchum | Colaborador(es): Jornalismo Top.Co. | Cidade: Campinas | 04/10/2018 - 08:50

No Dia do Cachorro e Dia Mundial dos Animais saiba quais são os perigos invisíveis para a saúde do seu cão e cuide melhor dele!

iStock/ steamroller_blues

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Quem tem cachorro em casa sabe que cedo ou tarde o bichinho vai dar algum susto, seja fazendo arte ou comendo algo que não devia. Devido ao seu comportamento mais agitado e curioso, os cães exigem certos cuidados dos seus tutores, principalmente quando filhotes. Por isso, hoje, 4 de outubro, Dia do Cachorro, a médica veterinária e gerente de produtos da unidade pet da MSD Saúde Animal, Daniela Baccarin, fala sobre quais são os perigos invisíveis à saúde do seu pet que podem ser evitados.

Segundo a especialista, hoje muitos cães já são considerados parte da família do brasileiro, o que significa que alguns cuidados com a sua saúde têm sido adotados com o viés preventivo. Entretanto, é comum observar alguns hábitos que, embora pareçam inofensivos, podem custar o bem estar do animal. “Adiar a vacinação ou não prevenir o animal de parasitas externos pode causar sérios problemas a saúde do cachorro e da família. É preciso seguir as recomendações do veterinário quanto a esses cuidados”, afirma Daniela.

Confira os principais pontos de atenção listados pela especialista:

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·   Pulgas e carrapatos: Embora esses parasitas possam ser vistos a olho nu nos animais, muitas vezes o tutor só percebe a sua presença quando já se espalharam por todo o cão e seu entorno (casinha, quintal e interior da casa). Isso porque tanto a pulga, como o carrapato, tem um longo ciclo de vida, e seus ovos e larvas podem viver um bom tempo no ambiente.

“O ideal é que o cão seja protegido com medicamentos de longa duração, que acabam com o ciclo de vida dos parasitas”, afirma Daniela, que complementa “a prevenção é essencial, já que pulgas e carrapatos podem trazer uma série de problemas de saúde para o pet e as pessoas que vivem com ele”.

·   Alimentação desequilibrada: Um petisco aqui, outro ali... pode parecer inofensivo, mas quando menos se espera seu cão já está com uns quilinhos extras. A alimentação desregrada pode causar obesidade no animal, que com isso tem mais chances de desenvolver problemas cardiorrespiratórios, além de ter queda em sua qualidade de vida.

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·    Saltos de lugares altos: É comum observarmos os cães pulando dos móveis da casa, principalmente quando filhotes. Um gesto que aparentemente é inofensivo, mas que com o tempo pode causar desgaste nas articulações e problemas na coluna do pet – principalmente quando ele tem o costume de saltar de móveis muito altos ou quando estão com sobrepeso. Por isso, os tutores devem tentar adaptar escadas ou objetos que o auxiliem a subir e descer nos lugares onde o cão é mais ativo, prevenindo assim possíveis fraturas. 

·    Vermes: É fundamental que o cão receba vermífugos com certa periodicidade – sempre seguindo as recomendações do seu médico-veterinário. Normalmente o medicamento costuma ser administrado trimestralmente, mas pode variar de acordo com a idade e saúde do animal. O seu uso evita que lombrigas (vermes) causem danos à saúde do pet, que podem adquiri-las ao ter contato com outros animais ou ingerir algo contaminado.

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·     Vírus e bactérias: A única maneira de combater vírus e bactérias nocivas à saúde do pet é mantendo a sua carteirinha de vacinação em dia. E lembre-se: é preciso respeitar as datas para o reforço das vacinas! Se isso não ocorrer, o cachorro fica exposto a diversos riscos que poderiam ser prevenidos pela vacinação.

 

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